Resenha #21 A GAROTA PERFEITA

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Mia, uma professora de arte de 25 anos, é filha do proeminente juiz James Dennett de Chicago. Quando ela resolve passar a noite com o desconhecido Colin Thatcher, após levar mais um bolo do seu namorado, uma sucessão de fatos transformam completamente sua vida.
Colin, o homem que conhece num bar, foi contratado para sequestra-la, mas por algum motivo ele desiste de entrega-la e a confina numa isolada cabana,
em meio a uma gelada fazenda em Minnesota. Mas, curiosamente, não manda nenhum
pedido de resgate à família da garota.

O obstinado detetive Gabe Hoffman é convocado para tocar as investigações sobre o
paradeiro de Mia. Encontrá-la vira a sua obsessão e ele não mede esforços para isso.
Quando a encontra, porém, a professora está em choque e não consegue se lembrar de nada, nem como foi parar no seu gélido cativeiro, nem porque foi sequestrada ou mesmo quem foi o mandante. Conseguirá ela recobrar a memória e denunciar o verdadeiro vilão desta história?

O livro é dividido em pontos de vista dos personagens: Eve, mãe de Mia, mulher submissa aos desmandos do marido, o Juiz James que é autoritário e arrogante. Colin, o sequestrador que viveu num mundo de perdas e violência doméstica. Hoje comete crimes por um único motivo, sustentar a mãe que sofre de mal de Parkinson. Gabe, o detetive mais gentil que já conheci, torna encontrar Mia, a sua missão de vida. Todos eles ficam revezando entre o passado e o presente.

Não dá pra falar muito do livro, pois é cheio de pontas que se citadas, podem comprometer quem for ler. Encontrei alguns furos que talvez a autora tenha esquecido (ou não) de alinhar com o resto da história, como o ex-namorado de Mia, a irmã dela que aparece depois some da história do nada e outro gancho que talvez não deva ser levado em consideração, mas pra mim, sim…rs

É um livro arrastado, que a meu ponto critério parece ser mais um drama familiar do que um thriller psicológico. Como cineasta, eu meio que leio os livros montando roteiros na minha cabeça e daria ele para a Sofia Coppola dirigir.

Concluindo: De forma alguma classifico o livro como ruim, ele só não atingiu as minhas expectativas. Tudo é muito bem amarradinho e trágico. Talvez eu tivesse resumido um pouco os dramas, mas não acho isso é algo que impeça qualquer pessoa de lê-lo.

Editora Planeta, 334 páginas.

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    Mary Ellen

    "O conhecimento é algo que ninguém pode tirar de você" É isso que eu busco nos livros. Viajar sem sair do lugar, sofrer, sorrir e sonhar. São coisas que você pode fazer ao mesmo tempo, e que você só encontra nos livros. Mãe, esposa, amiga e sonhadora!

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